
Base Cartográfica Digital
Conhecer o terreno antes de o desenhar
Antes de decidir onde construir, onde abrir um caminho, onde plantar, como gerir a água ou como organizar uma propriedade, é preciso compreender a estrutura física do terreno.
Onde estão as cotas mais altas e mais baixas.
Como varia o declive.
Para onde estão orientadas as encostas.
Onde estão as cotas mais altas e mais baixas.
Como varia o declive.
Para onde estão orientadas as encostas.

A Base Cartográfica Digital da Terracrua Design reúne esta informação numa base SIG única, georreferenciada e preparada para continuar a ser utilizada.
É a base de leitura territorial que usamos nos nossos próprios projectos, disponibilizada também como serviço independente.
Não é preciso contratar um Masterplan nem qualquer outro serviço de planeamento para teres acesso à cartografia.

Entrega habitual: 1 a 2 dias úteis após confirmação do pagamento.
Sujeito à disponibilidade e qualidade dos dados oficiais para a área.
O que está incluído
O conteúdo final de cada encomenda depende da cobertura de dados disponível para a localização. Por isso separamos claramente o que está sempre garantido do que depende de disponibilidade técnica.
Sempre incluído, quando existe cobertura adequada
Modelo Digital do Terreno (MDT); curvas de nível; relevo sombreado; hipsometria; declives; exposição das encostas; limite da área de estudo; projecto QGIS organizado; ficheiros SIG abertos; configuração para QField.
Incluído quando tecnicamente disponível
Cadastro; acumulação potencial de escoamento; rede potencial de drenagem; bacias e sub-bacias hidrográficas; cumeadas principais e secundárias.
A verificação de cobertura acontece sempre antes de qualquer pagamento.
Se determinada camada não puder ser produzida para a tua propriedade, dizemos-te isso antes de confirmares a encomenda, não depois.
Conteúdo

01. Topografia
Modelo Digital do Terreno (MDT). A representação digital da superfície do terreno, sem edifícios nem vegetação. É a matriz altimétrica a partir da qual derivamos todas as outras análises. Sempre que existe cobertura adequada, trabalhamos com dados LiDAR oficiais da Direcção-Geral do Território, na resolução tecnicamente adequada para a área.
Curvas de nível. Calculadas a partir do MDT. Permitem interpretar cotas, formas e variações do relevo e são uma das principais bases de qualquer projecto. A equidistância ajusta-se à resolução dos dados e à escala da propriedade.
Hipsometria. A distribuição das diferentes classes de altitude na propriedade, representada por cor. Permite identificar rapidamente zonas altas, intermédias e baixas.
Relevo sombreado. Uma leitura da morfologia do terreno através de luz e sombra. Torna visíveis vales, cumeadas, encostas e plataformas que nem sempre são evidentes numa fotografia aérea.

02. Morfologia
Declives. Classificação da superfície pela sua inclinação. Informação directamente relevante para acessos, mecanização, agricultura, floresta, implantação, controlo de erosão e sistemas de água.
Exposição. A orientação das encostas: norte, sul, nascente, poente e direcções intermédias. Permite compreender diferenças de insolação e de microclima dentro da mesma propriedade.
Formas do terreno. Quando os dados e o processamento o permitem, distinguimos zonas planas, cumeadas principais e secundárias, encostas, depressões, bases de encosta e vales. Esta leitura complementa o declive e a exposição, ajudando a compreender a forma tridimensional do terreno.

03. Água e relevo
A topografia determina grande parte do movimento superficial da água, e a Base Cartográfica inclui informação derivada do relevo que apoia essa leitura: acumulação potencial de escoamento; linhas naturais de drenagem; bacias e sub-bacias hidrográficas; cumeadas e divisórias de águas.
Esta informação descreve o comportamento provável da água segundo a forma do terreno. Não constitui, por si só, um projecto de gestão de água e não define a localização ou o dimensionamento de charcas, valas, barragens ou outras intervenções. Uma linha de drenagem calculada a partir do modelo do terreno não significa necessariamente que exista ali um curso de água permanente.

04. Propriedade e contexto
Toda a informação é organizada para o perímetro confirmado na encomenda. Quando existe informação cadastral adequada, integramos a parcela correspondente como referência territorial; discrepâncias relevantes entre a área indicada e a informação cadastral são assinaladas antes ou durante o trabalho. Consoante a disponibilidade, podem também ser integradas camadas públicas como REN, RAN, Rede Natura 2000, áreas protegidas e limites administrativos.
A informação cadastral e administrativa serve como referência para análise e planeamento. Quando uma decisão depende juridicamente de determinada condicionante, deve ser confirmada junto da entidade competente.
Uma base SIG, não apenas mapas.

QGIS no computador.
Recebes um projecto organizado, com as camadas estruturadas, georreferenciadas e simbolizadas, pronto a abrir em QGIS. Podes activar e desactivar camadas, consultar informação, medir áreas e distâncias, comparar análises, acrescentar novos dados e continuar a construir o projecto a partir daí.
Os principais dados são também entregues em formatos SIG abertos, nomeadamente GeoPackage e GeoTIFF.
QField no terreno.
A mesma base pode ser preparada para consulta em QField, num smartphone ou tablet. Com o GPS do dispositivo consegues acompanhar a tua posição directamente sobre a cartografia enquanto percorres a propriedade: limite, cadastro, curvas de nível, hipsometria, declives, exposição, relevo, bacias, drenagem e as restantes camadas do projecto. Podes também medir áreas e distâncias no local. Com os dados previamente guardados no dispositivo, a consulta não depende de ligação permanente à internet.
A mesma base territorial, no escritório e no terreno.

Recebes um projecto organizado,
com as camadas estruturadas,
georreferenciadas e simbolizadas,
pronto a abrir em QGIS.
O que permite
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CONSULTAR INFORMAÇÃO
Acede aos atributos e obtém respostas rápidas.
.
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ACTIVAR E DESACTIVAR CAMADAS
Controla a visibilidade da informação de forma fácil.
.
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MEDIR ÁREAS E DISTÂNCIAS
Ferramentas integradas para análises precisas.
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COMPARAR ANÁLISES
Compara resultados e toma decisões informadas.
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ADICIONA NOVOS DADOS
Importa as tuas próprias camadas e enriquece a análise.
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INTEGRA E CRUZA INFORMAÇÃO
Combina diferentes dados para obter novas perspectivas.
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GERA ANÁLISES E MAPAS
Produz mapas, relatórios e resultados de forma contínua..
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PROJECTO VIVO E EVOLUTIVO
Um projecto que cresce contigo e com as tuas necessidades.
Formato de Ficheiros
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GeoPackage (.gpkg)
Estrutura de dados vetoriais
Atributos e relações
Padrão aberto (OGC)
Ideal para edição e análise
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GeoTIFF (.tif)
Dados raster georreferenciados
Elevada precisão e qualidade
Compatível com QGIS e outros SIG
Formatos de entrega
| Formato | Conteúdo |
| Projecto QGIS | Estrutura SIG organizada, pronta a abrir e continuar a trabalhar |
| Projecto QField | Preparado para consulta em campo, com GPS |
| GeoPackage | Informação vectorial em formato SIG aberto |
| GeoTIFF | Dados raster georreferenciados |
| Mapas para consulta, impressão ou partilha |
Quando necessário, avaliamos outros formatos para integração com CAD ou outro software específico do cliente.
O preço é calculado em função da superfície a processar.
À medida que a área aumenta, o preço por hectare diminui progressivamente.
| Área de referência | Base Cartográfica Digital |
| Até 5 ha | 99 € |
| 10 ha | 159 € |
| 20 ha | 249 € |
| 50 ha | 449 € |
| 100 ha | 699 € |
| 200 ha | 1.099 € |
| 500 ha | 1.999 € |
| 1.000 ha | 3.250 € |
| 2.000 ha | 5.500 € |
| 5.000 ha | 11.000 € |
| Mais de 5.000 ha | Sob consulta |
Valores acrescidos de IVA à taxa legal em vigor. Para áreas intermédias, o valor é calculado proporcionalmente segundo esta escala. Os valores pressupõem a existência de dados adequados para a área; antes de qualquer pagamento verificamos a propriedade e a disponibilidade dos dados necessários.
[ PEDIR BASE CARTOGRÁFICA ]
Leitura Territorial
Relatório técnico da propriedade

A Base Cartográfica entrega os dados.
A Leitura Territorial mede, cruza e interpreta esses dados para produzir uma primeira leitura técnica estruturada da propriedade.
É especialmente útil para quem quer compreender um território antes de avançar para uma compra, um investimento, um projecto agrícola, uma intervenção florestal, um estudo de arquitectura paisagista, um plano de água ou um Masterplan.
⚠️ Não é um projeto. Não define ainda onde construir, plantar, abrir acessos ou executar
estruturas de água. É a etapa intermédia entre ter informação territorial e tomar decisões
de projeto.
Leitura Técnica
Síntese Integrada

O relatório termina com uma síntese integrada preparada pela Terracrua Design, que procura responder a três perguntas.
- Que território é este
Através da identificação do carácter geomorfológico, altimétrico e hidrológico dominante. - O que mais condiciona uma intervenção
Através da identificação dos factores físicos com maior influência sobre qualquer decisão futura. - E o que ainda precisa de ser confirmado
Através da identificação daquilo que os dados remotos não permitem determinar com segurança e que deve ser observado ou medido no terreno.
Esta síntese não pretende ser um Masterplan abreviado.
Pretende distinguir com clareza o que sabemos através dos dados, o que podemos inferir a partir deles e o que ainda precisa de verificação.
Exemplos de encomenda completa
99 €
250 €
349 €
449 €
450 €
899 €
699 €
590 €
1.289 €
Preço da Leitura Territorial
| Área de referência | Leitura Territorial |
| Até 5 ha | +250 € |
| 10 ha | +290 € |
| 20 ha | +350 € |
| 50 ha | +450 € |
| 100 ha | +590 € |
| 200 ha | +790 € |
| 500 ha | +1.150 € |
| 1.000 ha | +1.650 € |
| 2.000 ha | +2.400 € |
| 5.000 ha | +3.900 € |
| Mais de 5.000 ha | Sob consulta |
Valores acrescidos de IVA à taxa legal em vigor.
O que analisa
A composição final depende da disponibilidade dos dados para cada propriedade.
ELEVAÇÃO
ELEVAÇÃO
Altitude mínima, máxima e média; amplitude altimétrica; distribuição hipsométrica; carácter geral do relevo.
MORFOLOGIA
MORFOLOGIA
Classificação das principais formas funcionais do terreno: zonas planas, cimos, cumeadas principais e secundárias, encostas, depressões, bases de encosta e vales. Ajuda a compreender como a forma do terreno influencia a água, a deposição, a exposição e a circulação.
VEGETAÇÃO E COBERTURA DO SOLO
VEGETAÇÃO E COBERTURA DO SOLO
Quando existem dados adequados: cobertura geral, vegetação densa e esparsa, estrutura vertical aproximada, altura de cobertura derivada de LiDAR quando os modelos necessários existem. É uma leitura remota; não substitui levantamento de vegetação no terreno.
LOCALIZAÇÃO E ACESSIBILIDADE
LOCALIZAÇÃO E ACESSIBILIDADE
Relação com a rede viária, localidades próximas, sede de concelho, principais serviços e infraestruturas regionais.
DECLIVES
DECLIVES
Distribuição da propriedade por classes de inclinação; declive médio e mediano; área abaixo de determinados limiares; sectores onde o relevo condiciona mecanização ou intervenção.
HIDROLOGIA
HIDROLOGIA
Bacias e sub-bacias; área contributiva e a sua relação com a propriedade; acumulação potencial de escoamento; linhas naturais de drenagem; densidade da rede hídrica; cumeadas e divisórias de águas; zonas de concentração e dispersão.
CADASTRO E CONDICIONANTES
CADASTRO E CONDICIONANTES
Referência e área cadastral, quando disponíveis, e a sua relação com a área analisada; REN; RAN; PDM; Rede Natura 2000; áreas protegidas. Serve como apoio à leitura territorial; qualquer decisão jurídica, urbanística ou de licenciamento deve ser confirmada junto das entidades competentes.
CONTEXTO CLIMÁTICO E RISCO TERRITORIAL
CONTEXTO CLIMÁTICO E RISCO TERRITORIAL
Quando existem fontes oficiais adequadas: precipitação média, temperatura, sazonalidade da precipitação, défice hídrico, dias de calor extremo, geada, informação disponível sobre risco de incêndio e histórico de área ardida.
EXPOSIÇÃO E MICROCLIMA
EXPOSIÇÃO E MICROCLIMA
Exposição predominante e distribuição por sectores; relação topográfica com insolação; diferenças potenciais de microclima; exposição ao vento, quando os dados o permitem.
EROSÃO POTENCIAL
EROSÃO POTENCIAL
Análise relativa do efeito combinado do comprimento e da inclinação das encostas. Identifica sectores onde a topografia cria maior potencial de erosão hídrica e onde uma intervenção exige mais atenção. Não é uma estimativa directa de perda de solo em toneladas por hectare.
INFRAESTRUTURAS EXISTENTES
INFRAESTRUTURAS EXISTENTES
Quando os dados permitem identificação adequada: acessos, caminhos internos, extensão da rede, relação entre acessos e diferentes sectores da propriedade, estruturas construídas ou reservatórios identificáveis remotamente. O estado de conservação ou funcionamento dessas estruturas não pode ser confirmado por análise remota.
ESTRUTURA KEYLINE
ESTRUTURA KEYLINE
Esta análise ajuda a compreender a estrutura hidrológica da paisagem; não constitui dimensionamento nem localização definitiva de estruturas de retenção de água. Essas decisões pertencem à fase de projecto e exigem validação técnica e, quando aplicável, observação no terreno.
A quem se destina

Proprietários e gestores
Para conhecer tecnicamente uma propriedade e possuir uma base cartográfica própria, que continua a poder ser utilizada depois da entrega.

Agricultores e produtores
Para compreender relevo, água, exposição e condicionantes antes de organizar culturas, acessos, pastagens, pomares ou sistemas agroflorestais.

Instituições e territórios de maior dimensão
Para criar uma base SIG consistente de explorações agrícolas, aldeias, propriedades extensas, bacias hidrográficas ou outros territórios.

Arquitectos e arquitectos paisagistas
Para obter uma base georreferenciada de apoio às primeiras fases de estudo e projecto.
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Técnicos agrícolas e florestais
Para integrar informação topográfica e territorial nos seus próprios processos de trabalho.
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Compradores e investidores
Para compreender as características físicas e territoriais de uma propriedade antes de avançar para estudos mais detalhados.
| Área contributiva.
Superfície do terreno que pode encaminhar escoamento para determinado ponto. Quanto maior a área contributiva, maior pode ser a quantidade de água que converge para esse local durante um episódio de chuva. |
Hipsometria.
Representação das diferentes altitudes através de classes de cor, útil para reconhecer rapidamente zonas altas e baixas. |
| Bacia hidrográfica.
Área delimitada pelo relevo dentro da qual o escoamento converge para uma determinada linha ou ponto de saída. |
Keyline.
Método de leitura e planeamento da paisagem, desenvolvido a partir da relação entre relevo, água e organização do território. A identificação cartográfica dos seus elementos não substitui a validação e o desenho técnico no terreno. |
| Cadastro.
Informação oficial utilizada para identificar prédios e respectivos limites, onde essa informação se encontra disponível. Não substitui verificação jurídica ou levantamento de estremas quando estes sejam necessários. |
LiDAR.
Tecnologia de medição por impulsos laser que permite obter informação tridimensional detalhada da superfície terrestre, usada para produzir modelos digitais do terreno e análises topográficas derivadas. |
| Cumeada.
Linha de terreno elevado que separa águas que escoam em direcções diferentes. Também designada por linha de festo ou divisória de águas. |
Linha de drenagem.
Percurso definido pelo relevo ao longo do qual o escoamento superficial tende a convergir. Uma linha calculada a partir do modelo do terreno não significa necessariamente que exista ali um curso de água permanente. |
| Curvas de nível.
Linhas que unem pontos com a mesma altitude, permitindo perceber a forma e a inclinação do terreno num mapa. |
Modelo Digital do Terreno (MDT).
Representação digital da altitude da superfície, excluindo edifícios e vegetação. É a base para calcular curvas de nível, declives, orientação e análises hidrológicas derivadas do relevo. |
| Dados raster.
Informação geográfica representada por uma grelha de células. Modelos de terreno, declives e imagens aéreas são exemplos. |
Modelo de Altura da Vegetação (CHM).
Modelo calculado pela diferença entre a superfície superior detectada e o terreno, usado para estimar a altura da vegetação quando existem os dados necessários. |
| Dados vectoriais.
Informação representada por pontos, linhas ou polígonos. Limites de propriedades, caminhos e linhas de drenagem são exemplos. |
QField.
Aplicação SIG para smartphone e tablet que permite consultar projectos QGIS no terreno e usar o GPS do dispositivo para localizar a posição sobre o mapa. |
| Declive.
Inclinação da superfície do terreno, apresentada em percentagem ou graus. |
QGIS.
Software livre de Sistemas de Informação Geográfica, usado para consultar, editar, analisar e produzir cartografia. |
| Exposição ou orientação.
Direcção para a qual uma encosta está orientada. Tem influência sobre insolação, temperatura e humidade. |
REN.
Reserva Ecológica Nacional. Regime que identifica áreas sujeitas a condicionantes relacionadas com riscos naturais e processos ecológicos. |
| Formas do terreno.
Classificação da morfologia local em zonas planas, cumeadas, encostas, vales, depressões e bases de encosta. |
RAN.
Reserva Agrícola Nacional. Regime destinado à protecção de solos com maior aptidão agrícola. |
| GeoPackage.
Formato aberto de dados geográficos que permite guardar diferentes camadas SIG num único ficheiro. |
Rede potencial de drenagem.
Rede calculada a partir da forma do terreno, representando os percursos preferenciais de concentração do escoamento superficial. |
| GeoTIFF.
Formato de imagem raster com informação de localização geográfica, usado por exemplo em modelos digitais do terreno, declives e hipsometria. |
Relevo sombreado.
Representação visual do terreno através da simulação de iluminação sobre o MDT, que facilita a percepção das suas formas. |
| SIG.
Sistema de Informação Geográfica. Conjunto de ferramentas e dados usados para armazenar, visualizar, cruzar e analisar informação associada a uma localização. |
Sub-bacia.
Divisão de uma bacia hidrográfica correspondente à área que contribui para uma determinada parte da rede de drenagem. |
| Vale.
Forma de terreno mais baixa, geralmente côncava, para a qual tende a convergir o escoamento das encostas adjacentes. |
Glossário
Não precisas de conhecer estes termos para encomendar uma Base Cartográfica. Este glossário explica os principais conceitos utilizados nos mapas e nos relatórios.
| Preciso de saber utilizar QGIS?
Não. Podes encomendar a Base Cartográfica apenas para receber os mapas e a informação territorial. Se trabalhares com QGIS, recebes também os dados preparados para continuar a analisar ou desenvolver o projecto. |
Qual é a precisão dos dados?
Depende da fonte, resolução, data e cobertura disponível para cada localização. Verificamos estes factores antes de aceitar o pedido e identificamos as principais características dos dados na entrega. |
| Consigo utilizar os mapas no terreno?
Sim. O projecto pode ser preparado para QField, num smartphone ou tablet. O GPS do dispositivo permite visualizar a tua posição sobre a cartografia enquanto percorres a propriedade. |
As linhas de água apresentadas existem realmente no terreno?
Representam os locais onde, segundo a topografia, o escoamento superficial tende a concentrar-se. Não significam necessariamente a existência de um curso de água permanente, temporário ou legalmente classificado. Essa distinção pode exigir outras fontes e verificação no terreno. |
| Preciso de internet para usar o QField no terreno?
Não necessariamente. Quando os mapas e dados estão previamente guardados no dispositivo, podem ser consultados sem ligação permanente. Algumas funções ou mapas externos podem exigir ligação. |
A Base Cartográfica diz onde devo construir uma charca ou uma estrada?
Não. A cartografia permite compreender relevo, água, declives e outras condicionantes. A localização e o dimensionamento de intervenções pertencem à fase de projecto, e podem exigir visita, cálculos adicionais, licenciamento e validação técnica. |
| De onde vêm os dados topográficos?
Trabalhamos prioritariamente com dados oficiais da Direcção-Geral do Território, incluindo LiDAR quando existe cobertura adequada, e outras fontes públicas para informação cadastral, ambiental, administrativa ou territorial. As fontes relevantes são identificadas na documentação entregue. |
O que é a Leitura Territorial?
Um relatório técnico opcional que transforma os dados da Base Cartográfica numa análise estruturada da propriedade, terminando com uma síntese técnica Terracrua Design. |
| Há dados LiDAR disponíveis para todo o Portugal?
Não. A cobertura, resolução e qualidade variam de área para área. Por isso verificamos cada pedido antes de aceitar a encomenda. |
A Leitura Territorial é um Masterplan?
Não. A Leitura Territorial explica o território existente. O Masterplan usa essa informação, os objectivos do cliente, a observação no terreno e outras condicionantes para desenhar intervenções. |
| O que acontece se não existirem dados adequados para a minha propriedade?
Informamos antes de qualquer pagamento. Se não conseguirmos produzir o serviço nas condições apresentadas, a encomenda não é confirmada. |
Posso encomendar apenas a Base Cartográfica?
Sim. É um serviço autónomo. A Leitura Territorial e os restantes serviços Terracrua Design são opcionais. |
| Como identifico a minha propriedade?
No formulário podes indicar freguesia, concelho, localidade, artigos matriciais, secção cadastral quando conhecida e área aproximada. Podes também enviar um link do Google Maps ou Google Earth, ou um ficheiro KML, KMZ, GeoJSON, Shapefile ou GeoPackage, se já o tiveres. |
Quanto tempo demora?
A Base Cartográfica é normalmente entregue em 1 a 2 dias úteis após confirmação do pagamento. Áreas de grande dimensão, análises adicionais ou uma Leitura Territorial podem exigir mais tempo; o prazo é confirmado antes do pagamento. |
| E se eu não souber exactamente os limites?
Envia a informação que tens. Tentamos identificar a propriedade através das fontes disponíveis e, se houver dúvida, confirmamos contigo antes de iniciar o trabalho. |
Como é feito o pagamento?
Depois de verificarmos a propriedade e confirmarmos que existem dados adequados, enviamos por email a descrição da encomenda, o preço, o prazo e a factura proforma. O pagamento é feito por transferência bancária, e a produção começa depois da confirmação. |
| O cadastro apresentado é juridicamente vinculativo?
Não. É utilizado como referência cartográfica. Não substitui levantamento cadastral, demarcação, verificação registral ou outros procedimentos necessários para determinar juridicamente limites de propriedade. |
Posso pedir factura?
Sim, com os dados fiscais fornecidos por ti no formulário. |
| Isto substitui um levantamento topográfico?
Não. É produzido a partir de dados geográficos e altimétricos já existentes. É adequado para análise territorial, planeamento e preparação de projecto, mas não substitui um levantamento de campo quando é necessária precisão certificada para implantação, licenciamento, cadastro ou outros actos técnicos ou legais. |
Posso utilizar os ficheiros noutros programas?
Sim. Os principais dados são fornecidos em formatos SIG abertos, como GeoPackage e GeoTIFF. Se precisares de integração com CAD ou outro software específico, indica-o no pedido. |
| Posso pedir uma área muito grande?
Sim. A escala de preços contempla áreas até 5.000 hectares. Territórios maiores são avaliados individualmente. |
E se depois quiser avançar para projecto?
A Base Cartográfica continua a servir de suporte aos serviços Terracrua Design. Dependendo do objectivo, o passo seguinte pode ser uma visita técnica, um plano de água e acessos, o desenho de zonas produtivas ou um Masterplan. |
Como encomendar
1. Identifica a propriedade. Preenche o formulário com os dados que tiveres disponíveis: distrito, concelho, freguesia, artigo matricial, área aproximada. Não precisas de saber utilizar SIG nem de preparar cartografia previamente.
2. Verificamos os dados oficiais. Localizamos a área e confirmamos tecnicamente o limite de estudo, a disponibilidade e resolução dos dados, a possibilidade de produzir as camadas previstas e a área efectiva a processar. A cobertura e a resolução não são iguais em todo o território, por isso nenhum pedido é aceite automaticamente. Se não existirem dados adequados para o serviço pretendido, informamos antes de qualquer pagamento.
3. Confirmamos a encomenda.
Enviamos por email a área confirmada, os dados disponíveis, o conteúdo exacto da entrega, o preço final e o prazo previsto. Se estiver tudo certo, emitimos uma factura proforma.
4. Pagamento.
É efectuado por transferência bancária. A produção começa depois da confirmação do pagamento.
Nota importante:
Para emitirmos a proforma sem atrasos, pede-se no formulário o NIF ou NIPC para facturação e o país de facturação, além dos dados de contacto habituais.
Não sabe exactamente o que precisa?
Envie a identificação da propriedade.
Verificamos os dados disponíveis e indicamos o produto adequado antes de qualquer pagamento.

Estes serviços são a expressão prática de uma visão regenerativa aplicada.
Cada território é único
e merece um plano à sua medida.